Vídeo elaborado para a comemoração do Centenário da República.Público alvo: EBI de Vila Cova e EB 2,3 de Gonçalo Nunes.

Reeditado hoje porque excedia o tempo limite.
A.Braga e M.Santos

Portugal, Lisboa
25 de Abril de 1974

Comunicado do M.F.A.

Esta é a 1ª parte do Regicídio no programa “CAMARA CLARA”.

Para ver as partes seguintes clica no vídeo e irás ter ao You Tube onde se encontram as restantes partes.




O Regicídio de 1 de Fevereiro de 1908, ocorrido na Praça do Comércio (mais conhecida por Terreiro do Paço), em Lisboa, marcou intensamente a História de Portugal, uma vez que dele resultou a morte do Rei D. Carlos e do seu filho e herdeiro, o Príncipe D. Luís Filipe e uma nova escalada de violência na vida política do País.

 

Clica nos links acima para ver mais informação sobre o regicídio com documentos da época que se encontram no Site do Centenário do Regicídio.

 

 

Do Bloqueio Continental à 1º Invasão Francesa

NapoleãoNos primeiros anos do século XIX, grande parte da Europa estava sob o domínio de Napoleão Bonaparte, que se tinha tornado Imperador Francês, em 1804.
O único obstáculo à consolidação de seu Império na Europa era a Inglaterra, que, favorecida por sua posição geográfica, por seu poderio económico e por sua hegemonia naval, não conseguiria conquistar.
Para tentar enfraquecer a economia inglesa, Napoleão decretou o encerramento dos portos de todos os países europeus ao comércio inglês.
O decreto, datado de 21 de Novembro de 1806, dependia, para sua real eficácia, de que todos os países da Europa aderissem à ideia e, para isso, era essencial a adesão dos portos localizados nos extremos do Continente, ou seja, os do Império Russo e os da Península Ibérica, especialmente os de Portugal. O Acordo de Tilsit, firmado com o Czar Alexandre I da Rússia, em Julho de 1807, garantiu a Napoleão o encerramento do extremo leste da Europa. Faltava agora o encerramento a oeste, quer dizer, os portos das cidades de Lisboa e do Porto, fosse por meio de acordo ou de ocupação militar.

Um grande problema para os planos expansionistas de Napoleão era a posição ambígua do Governo de Portugal, que se recusava a aderir ao Bloqueio Continental devido à sua aliança com a Inglaterra, da qual era extremamente dependente. O príncipe D. João, que assumira a regência em 1792, devido ao à doença de sua mãe, a rainha D. Maria I, estava indeciso quanto à opção que trouxesse menos danos para a Monarquia Portuguesa.

Sendo Portugal, um reino decadente, cuja grande riqueza eram as que vinham das suas colónias, especialmente do Brasil, não tinha como enfrentar Napoleão. Permanecer na Europa significava, portanto, ficar sob o domínio francês. A alternativa que a sua aliada, a Inglaterra, apontava-lhe que a transferência da Corte portuguesa para o Brasil seria a melhor solução, que passaria a ser a sede do Reino. Essa alternativa contava com o apoio de uma parte da nobreza portuguesa sendo, também, bastante atraente para os interesses ingleses.

Muitos dos letrados do reino reconheciam que a importância de Portugal no cenário internacional devia-se à sua rica colónia – Brasil e viam-na como sua única salvação. Para os que defendiam essa ideia, o ideal seria a implantação, no Brasil, de um Império luso-brasileiro.

Napoleão enviou então um ultimato, em Agosto de 1807, para obrigar o Príncipe-regente D. João, para que este rompesse com a Inglaterra e prendesse os súbditos ingleses que habitassem o reino, confiscando-lhes os seus bens. No caso de não cumprir as ordens, Portugal seria invadido pelas tropas francesas comandadas pelo general Junot. Os ingleses, por seu lado, também se movimentavam para proteger seus bens e seus súbditos em Portugal da ameaça francesa, levando-os para a Inglaterra. Ao mesmo tempo tentavam forçar D. João a decidir o embarque para o Brasil.

Em Novembro de 1807 dá-se a primeira invasão francesa, por um exército Francês comandado por Junot que, incluindo soldados espanhóis que entram em Portugal pela Beira Baixa.

Ida da corte para o Brasil

O exército português muito enfraquecido, não estava em condições de se opor a um adversário com a fama de invencível, razão pela qual o regente D. João decidiu transferir a corte para o Brasil, aconselhando que não se resistisse aos invasores. Em Portugal deixa uma junta ou regência, de cinco membros e dois secretários, presidida pelo Marquês de Abrantes.

Ana Luísa
Nº4 6ºC

Bibliografia:
Site da MULTIRIO;
Cantanhede, Francisco – Manual “História e Geografia de Portugal”;
Martins, Oliveira – “História de Portugal”

Escravatura no Brasil


A escravatura é quando um ser humano tem direitos de propriedade sobre outro. Em algumas sociedades desde os tempos mais antigos os escravos eram definidos como uma mercadoria. Os preços variavam conforme o sexo, a idade e o destino pois os que iam para as minas de ouro valiam muito mais. O dono podia comprar, vender, dar ou trocar por uma dívida, sem que o escravo pudesse reclamar.

No Brasil, a escravatura teve início com a produção de açúcar na primeira metade do século XVI. Os portugueses traziam os negros africanos de suas colónias na África para utilizar como mão-de-obra escrava nos engenhos de açúcar.

Os comerciantes de escravos portugueses vendiam os africanos como se fossem mercadorias no Brasil. Os mais saudáveis chegavam a valer o dobro daqueles mais fracos ou velhos.

O transporte era feito da África para o Brasil nos porões dos navios negreiros. Amontoados, em condições desumanas, muitos morriam antes de chegar ao Brasil, sendo os seus corpos lançados ao mar.

Nas fazendas de açúcar ou nas minas de ouro (a partir do século XVIII), os escravos eram tratados da pior forma possível.

       Trabalhavam muito, recebendo apenas trapos de roupa e uma alimentação de péssima qualidade. Passavam as noites nas sanzalas, acorrentados para evitar fugas. Eram também constantemente castigados fisicamente, sendo que o açoite era a punição mais comum.


Rita nº5 6ºC

Lisboa e a Arquitectura Pombalina

 

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Trabalho em PowerPoint realizado por duas alunas do 6º C.

 

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