A Reconstrução de Lisboa


Perante a catástrofe, o futuro Marquês de Pombal tomou várias medidas. Mandou:

  • Enterraram os mortos e socorrer os vivos.
  • Policiar as ruas e os edifícios mais importantes para evitar os roubos;
  • Elaborar um plano de reconstrução, da zona de Lisboa que ficou destruída, a cargo do arquitecto Eugénio dos Santos e do engenheiro Manuel da Maia e e Carlos Mardel.

A reconstrução da cidade, após o terramoto, ficou como uma das grandes obras do Marquês de Pombal.

Nesta nova Lisboa:

  • As ruas passaram a ser largas, com um traçado geométrico e com passeios calcetados;
  • As casas foram construídas todas da mesma altura (4 ou 5 pisos), com fachadas iguais e com uma estrutura que resistia melhor a possíveis novos sismos para tentar evitar novos incêndios, as casas assentavam em estacas de madeira que mergulhavam nas águas do subsolo e, entre os edifícios, fizeram-se muros (os corta – fogos) para evitar a propagação das chamas;
  • Construiu-se uma rede geral de esgotos, tendo acabar-se com o velho habito dos despejos atirados das janelas e acompanhados do grito de «água vai»;
  • O terreiro do Paço deu lugar à actual Praça do Comércio, homenagem que o Marquês de Pombal quis fazer aos comerciantes que, com o seu dinheiro, ajudaram a reconstruir Lisboa.

Nasceu a Lisboa Pombalina, com um urbanismo que provoca admiração em todo o mundo. O seu principal impulsionador foi Marquês de Pombal, o Primeiro-ministro do Rei D. José, ajudado pelos arquitectos e engenheiros, Manuel da Maia, Eugénio dos Santos e Carlos Mardel (1755-76).

Catarina nº 1 6º B