Outubro 2007


O terramoto de 1755


Na cidade de Lisboa houve um grande terramoto no dia 1 de Novembro de 1755.

Os prédios altos racharam e caíram com grande barulho.

Quase todos os palácios e igrejas grandes ficaram rachados ou caíram em parte e poucas casas ficaram em condições de ser habitadas.

As pessoas que não morreram foram para os largos e para as maiores praças e as que estavam perto do rio procuravam salvar-se em botes ou qualquer coisa em que fosse possível flutuar.

Enquanto a multidão se juntava à beira do rio, a água elevou-se a uma tal altura que invadiu a parte mais baixa da cidade. As pessoas ficaram muitas assustadas, gritavam e corriam de um lado para outro, convencidas de que tinha chegado o fim do mundo.

Miguel nº 14 6ºA

Marquês de Pombal

Depois da morte de D. João V, quem passou a governar o País foi D. José I que nomeou Sebastião José de Carvalho e Melo seu ministro.

Nessa altura o país enfrentava vários problemas económicos:

  • Vinha menos ouro do Brasil, a agricultura e indústria estavam pouco desenvolvidas e haviam menos exportações e mais importações.

No dia 1 de Novembro de 1755, parte do território português foi abalado por um grande terramoto, seguido de um maremoto. Enquanto a multidão se juntava à beira do rio, a água subiu a uma tal altura que inundou a parte mais baixa da cidade.

Após o terramoto, o rei e a família real viveu durante alguns anos numa grande construção de madeira, a «Real Barraca».

Após tudo isto, o Marquês de Pombal tomou várias medidas para a reconstrução da cidade.

Fez ruas largas e geométricas com passeios calcetados, casas com fachadas iguais, da mesma altura e com estrutura anti sísmica, uma rede geral de esgotos. Reconstruiu também o Terreiro do Paço, que passou a chamar-se Praça do Comércio.

O Marquês de Pombal realizou igualmente uma série de reformas para desenvolver Portugal.

As reformas da política foram o reforço do poder real, as sociais, com a expulsão dos Jesuítas, a diminuição dos bens e cargos da nobreza e a protecção da burguesia, as económicas para desenvolver a indústria e o comércio. Dentro destas também formou companhias de comércio, e a do ensino que foi a criação de escolas de instrução primária, criação do Real Colégio dos Nobres, reforma da Universidade de Coimbra e a extinção da Universidade de Évora.

Margarida nº 2 6ºA

Bibliografia:
Cantanhede, Francisco – História e Geografia de Portugal, Lisboa Editora

Terramoto de 1755

 

Quando será o próximo?

 

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Trabalho em PowerPoint realizado pela Catarina do 6º B.

 

 

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Acção do Marquês de Pombal

Marquês de Pombal

A grande capacidade demonstrada por Sebastião José de Carvalho e Melo, mais conhecido por Marquês de pombal, para resolver os problemas após o terramoto, contribuiu para a confiança de D. José I no seu ministro. Então ele pôde realizar uma série de reformas.


Reformas Económicas:

  • Desenvolveu a indústria;
  • Apoiou a companhia de vários monopolistas, ás quais entregou a produção, e comércio de alguns produtos de determinadas zonas geográficas. Dessas companhias desenvolveu-se a companhia Geral de Agricultura das vinhas do Alto Douro, para que a produção e comércio do vinho do Porto se desenvolvesse.
  • Proibiu que o ouro fosse exportado.

Reformas sociais:

  • Tirou os bens e cargos hereditários á nobreza, não deixou e até executou quem se opunha á sua Política;
  • Expulsou os Jesuítas do País, e acusou-os de terem sido cúmplices do ataque ao rei; os Autos – de – Fé e o Tribunal da Inquisição passaram a dependerem do rei;
  • Protegeu a burguesia dando-lhes cargos de muita grande importância.

As medidas que o Marquês de Pombal favoreceram muito a burguesia que se dedicava ao comércio e à indústria. Quanto ao clero e à nobreza já não tinham privilégios nem a sua importância.

A vinha da região do Douro, mais tarde conhecido como vinho do Porto, tornou-se, desde do século XVIII, um produto bastante apreciado pelos Ingleses.

A Família Távora acusada por cumplicidade do atentado ao rei D. José, na sua maior parte foi condenada à morte. Todos os seus bens foram para o estado e para a coroa, e dai em diante era proibido usar esse nome. Depois de D. José I, foram-lhes restituídas as honras, e o direito de poderem usar esse nome, tendo sido considerado como principal culpado, o Duque de Aveiro.

Reformas no Ensino:

  • Criou no País escolas de instrução primária;
  • Fundou o Real Colégio dos Nobres para dar instruções aos filhos da nobreza, que exercitavam alguns cargos de funcionários do Estado;
  • Proibiu a utilização de manuais, e os métodos de ensino dos jesuítas que eram considerados obsoletos, extinguiu a Universidade de Évora, controlada por essa ordem religiosa;
  • Arranjou a Universidade de Coimbra, introduziu o ensino de novas matérias, novos métodos e recurso à experiência laboratorial.

Ensino na Universidade

“Para as lições (das Ciências) para que se fizessem com aproveitamento os estudantes deveriam ver as experiências e adquirir os hábitos de execução (…). Para isso fizeram uma colecção de máquinas, aparelhos e os instrumentos que eram precisos para o dito fim de uma sala para lá dentro se fazerem experiências com assistência dos estudantes.”

Estatutos da Universidade de Coimbra, 1772

Como conclusão – As reformas pombalinas ajudaram em muito na modernização do nosso País.

Depois da morte de D. José I, a sua filha, rainha D. Maria I, acusou-o de cometer muitas injustiças e viveu o resto da sua vida na sua Quinta em Pombal.

Filipa nº1 6ºA

 

A monarquia absoluta no tempo de D. João V

D.João V

Graças ao açúcar, ouro e diamantes provenientes do Brasil D. João V tornou-se um monarca muito poderoso. Desde então, governou o reino como rei absoluto, concentrando em si todos os poderes.

A vida na corte

As riquezas permitiram ao rei tornar a corte numa das mais ricas da Europa.

Na corte organizavam-se banquetes que podiam ir dos 7 ª 8 pratos (os mais simples) a 80 (os mais importantes). As novidades da época eram o café, chocolate e o rapé. Para além dos banquetes e de bailes assistia-se a sessões de poesia, de música e a representações teatrais

A sociedade no tempo de D. João V

A nobreza

Influenciada pelo modo de viver da corte, a nobreza tentou imita-la em tudo. No que respeita ao vestuário começaram a usar trajes muito complicados, cabeleiras postiças e os dentes da frente envernizados.

O clero

Para além do serviço religioso o clero continuava ser o principal responsável Tribunal da Inquisição, que perseguia os cristãos – novos e as pessoas acusadas praticarem actos de bruxaria.

           O povo

O povo era um grupo social que abrangia desde a alta burguesia até aos de mais baixa condição, que continuavam a viver com grandes dificuldades.

Apesar de tudo estes continuavam a alimentar-se principalmente de pão, peixe e legumes. As principais diversões do povo eram os espectáculos de fantoches e saltimbanco, as touradas, as procissões e as romarias.

Andreia nº6
Helena nº13
Marisa nº 7
Patrícia nº 22
Vanessa nº 25

6º B

Criei este blogues no WordPress (http://wordpress.com) para expor os trabalhos dos alunos dos sextos anos de escolaridade no âmbito da disciplina de História e Geografia de Portugal.

Os textos dos alunos a inserir no blogue serão fruto de pesquisa em livros, revistas e Internet, orientados por mim nas aulas. Serão textos pequenos para tornar a leitura mais aprazível.

Estes trabalhos irão também ser feitos em casa.

Neste blogue serão focados conteúdos da disciplina de História e Geografia de Portugal do 6º ano de escolaridade.